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Turismo Eqüestre

Temos informações básicas para você fornecedor do serviço. Prevenção é a palavra chave de quem quer evitar acidentes e surpresas desagradáveis.

Conheça os códigos de conduta para diversas atividades. Torne-se um exemplo de lazer seguro e possua um diferencial no mercado. Este é um dos caminhos para que você fornecedor ganhe a preferência e conquiste a confiança do consumidor.


Códigos de conduta

Usuário

Cavalo

Os prestadores de serviço devem observar as seguintes condições dos animais:

Equipamento

Deverão ser fornecidos os seguintes equipamentos:

Supervisão das atividades

Fonte: Outcome S/C Ltda - outcome@terra.com.br

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Dicas de atividades

Definição da atividade

Atividade em ambientes naturais praticada com cavalos. A cavalgada é praticada em regiões de belezas naturais, combinando o prazer de cavalgar com o de apreciar o meio ambiente. É um passeio a cavalo em grupos, com destino a determinada localidade de beleza natural ou de importância histórico-cultural.

Equipamentos específicos para a prática da atividade

Relação da atividade com o meio ambiente

A cavalgada é a única atividade que envolve um animal. Proporciona interação direta com a natureza, visando despertar o conhecimento para a área visitada e o conseqüente estímulo a sua conservação.

Principais riscos da atividade

Cortes, arranhões, assaduras e queda do cavalo provocando óbito ou vários tipos de traumatismo.

Dicas de segurança

  • Das trilhas: Entenda-se como trilha o percurso a cumprir durante uma cavalgada. Devem ser evitados pisos pavimentados (asfalto, concreto ou paralelepípedos), pois, estando ferrados, fica mais fácil os cavalos escorregarem causando quedas em cavaleiros menos experientes. A trilha não deverá seguir por estradas de grande tráfego, principalmente de caminhões, para que os animais não se assustem, fugindo ao controle dos cavaleiros. Devem-se evitar obstáculos no chão e elevados que podem derrubar o cavaleiro ou ocasionar pancadas na cabeça e rosto. Da mesma forma, devem-se evitar passeios por trilhas escorregadias ou em dias de chuva, especialmente quando houver risco de trovoadas e relâmpagos.
  • Dos cavalos: Procurar cavalos comprovadamente mansos e não assustadiços, com cinco anos de idade e dois de doma, no mínimo. Verificar com o fornecedor se os cavalos são vacinados contra raiva, brucelose e influenza, males que podem afetar os seres humanos, recomendando-se verificar se há infestação por carrapatos, indício aparente de maus cuidados. Deve-se verificar também o estado geral do animal, não se devendo aceitar cavalos excessivamente magros, feridos e principalmente mancos. O turista deve-se certificar de que o acompanhante conhece os animais da tropa sob sua responsabilidade, sendo capaz de prever sua reação.
  • Dos arreios: Os arreios deverão estar em perfeito estado de conservação, devidamente oleados e principalmente sem rachaduras no couro (boqueiras) ou desgaste excessivo. Pessoas com estatura inferior a 1,45m deverão usar arreios para crianças, jamais improvisando loros ou estribos para compensar a falta de equipamento específico. Os estribos deverão ser do tipo gaiola, em que o pé não consegue trespassálo, evitando que fique preso em caso de queda, dando-se preferência aos estribos desencaixáveis para que, em caso de acidente, eles se destaquem dos loros. Também se devem evitar itens que possam destacar-se do resto do material, como cabos de cabresto, que podem se soltar e provocar acidentes. Assim, se a intenção for manter o cabresto no cavalo, deve-se retirar o cabo. As barrigueiras deverão ser reajustadas com o cavaleiro já montado, garantindo-se que estejam suficientemente firmes, independente do peso da pessoa. Para certificar-se disso, o cavaleiro deverá soerguer-se nos estribos e balançar-se lateralmente. A sela não poderá se mover. Os estribos também deverão ser regulados com o cavaleiro apeado. A altura correta do estribo é o comprimento do braço do cavaleiro. Mantas, pelegos e outros acessórios que aumentem o conforto do cavalo ou do cavaleiro não deverão ser improvisados, muito menos estar sujos ou em mau estado. Verifique se eles cobrem perfeitamente a área a eles destinada, eliminando o atrito da sela com o dorso do animal. Finalmente, o conjunto deve ser agradável a cavalo e cavaleiro. Basta que, ao montar, o animal permaneça tranqüilo, dando a entender que o seu peso sobre o arreio não o encomodou.
  • Do cavaleiro: Sempre usar capacete e botas e nunca usar esporas.
  • Ninguém sabe montar se não tiver conhecimento do cavalo. Assim, antes de uma cavalgada, procure comandar o cavalo em ambiente fechado como um picadeiro ou um piquete. Os itens abaixo deverão ser avaliados:

    Crianças de até oito anos de idade devem ser conduzidas pelo cabresto, com o acompanhante à pé ou montado, não se permitindo que o menor conduza por si só. Praticar e desenvolver a atividade com profissionais habilitados Procurar operadoras legalmente constituídas.

    Maiores informações:
    Câmera Hipismo - www.camerahipismo.com.br
    Confederação Brasileira de Hipismo - http://www.cbh-hipismo.com.br
    Federação Paulista de Hipismo - http://www.fph.com.br

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    Dicas de pousadas e hotéis

    O turismo eqüestre é praticado em regiões de belezas naturais, combinando o prazer de cavalgar com o de apreciar o ambiente.

    Por ser uma atividade que envolve um animal, deve-se ter atenção especial às características de raça e personalidade do cavalo, pois ele pode reagir ou responder conforme a situação.

    Das trilhas:
    Entenda-se como trilha o percurso a cumprir durante uma cavalgada, não importando se por estradas, campos, pastos ou flores.

    Dos cavalos:

    Dos arreios:

    Do cavaleiro:
    Ninguém sabe montar até que se prove o contrário. Assim, antes de uma cavalgada, o condutor deverá certificar-se do grau de habilidade do turista, fazendo-o comandar o cavalo em ambiente fechado como um picadeiro ou um piquete, antes de partir para o exterior. Os itens abaixo deverão ser avaliados antes do início da atividade:

    Fonte:
    Luiz Alberto M. De Carvalho e Silva - outcome@terra.com.br

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