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Códigos de conduta
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Águas Brancas |
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1- USUÁRIO
O usuário deverá ter condições de segurança durante a atividade, e receber todas as instruções necessárias sobre procedimentos durante o percurso.
O praticante deve ser informado sobre os níveis de dificuldade do circuito e consultado se possui alguma experiência na atividade. Também deve ser perguntado ao praticante sobre sua condição física geral.
A qualquer momento, deve ser feita demonstração da utilização dos equipamentos e procedimentos de segurança.
Deve ser dada a oportunidade para que o praticante possa desistir do percurso, caso tenha algum problema ou dificuldade (física e/ou psicológica).
Em situações em que essa oportunidade for inviável, como por exemplo, atividades de longa duração ou em canions, o praticante deve ser informado da impossibilidade de se desistir no meio do percurso.
2- GUIA DE RAFTING
O guia de rafting deve ter no colete:
apito;
faca;
corda de resgate aproximadamente 15 m. que pode estar presa no colete ou no bote;
2 mosquetões no mínimo. Os mosquetões que ficam a mostra devem ter trava;
roldana (s) se o rio for de difícil acesso ou com grande risco DO BOTE ficar preso nas pedras (para resgate e fixação de acessórios);
flip - line ( fita de cintura com mosquetão com trava utilizado pelo guia ).
3- O CIRCUITO
Os prestadores de serviço devem observar as seguintes condições do circuito:
O circuito deve ter pontos adequados e preparados para evacuação, utilizando métodos adequados e disponíveis;
O nível de dificuldade do circuito deve ser informado levando-se em consideração a época do ano;
O embarque e desembarque do praticante no rio, quando necessário, será feito em bases comuns a todos os operadores, construídas em suas margens de acordo com as legislações ambientais. Sugere-se a saída e chegada em praias ou lajes de pedra provocando menor impacto ambiental.
4- EQUIPAMENTO
Deverão ser fornecidos obrigatoriamente os seguintes equipamentos:
Capacetes, respeitados seus prazos de validade e com resistência adequada a impactos;
Coletes, respeitados seus prazos de validade, flutuação mínima de 12 kg (uma pessoa de até 120 kg) para o rafting e 10 kg (uma pessoa de até 100 kg) para o bóia cross, com aba para a cabeça, com exceção de coletes infantis que deverão ser específicos para o tamanho e idade do praticante;
Todo o equipamento de proteção individual deve estar em bom estado, e limpo. Uma verificação sistemática e regular deve ser feita em todo o equipamento, inclusive dos condutores do circuito.
5- SUPERVISÃO E OPERAÇÃO DA ATIVIDADE
Os usuários deverão sempre estar amparados por um condutor especializado e comprovadamente conhecedor da atividade.
Um supervisor ou coordenador da operação, maior de 18 anos, deve sempre estar presente.
O condutor deve ser competente para identificar as limitações do praticante e limitar sua participação quando necessário, expondo claramente os motivos para o mesmo, respeitando sua privacidade perante aos demais.
Todos os usuários devem ser considerados iniciantes e inexperientes, até se provar o contrário.
O coordenador / monitor deve ter conhecimento detalhado da operação, pontos críticos e suas saídas de emergência.
A quantidade de pessoas que serão acompanhadas pela equipe de operação depende do tipo de embarcação, tipos e dificuldades do circuito, devendo ser previsto um máximo de 07 clientes por guia de rafting simultaneamente. A equipe de operação deve obrigatoriamente ter conhecimentos de atendimento emergencial e primeiros socorros.
O prestador de serviço deve ter um plano para atendimentos de emergência (preparado previamente), constando: procedimentos de primeiros socorros, métodos de retirada e transporte da vítima e local de destino (caso o local não possua um centro médico adequado).
FONTE
4 Elementos Expedições
massimo@4elementos.tur.br
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