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Códigos de conduta
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Arvorismo |
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1- USUÁRIO
• O usuário deverá ter condições de segurança durante a utilização do circuito e receber todas as instruções necessárias sobre procedimentos durante o percurso;
• O prestador do serviço deve obter a autorização verbal dos pais ou responsáveis no caso de usuários menores de 14 anos;
• O praticante deve ser informado sobre os níveis de dificuldade do circuito e consultado se possui alguma experiência na atividade. Também deve ser perguntado ao praticante sobre sua condição física geral;
• A qualquer momento, perante necessidade ou solicitação do usuário, deve ser feita demonstração da utilização das pontes, acessos e saídas (tirolesas, rapel ou pêndulo);
• Deve ser dada a oportunidade para que o praticante possa desistir do percurso, caso tenha algum problema ou dificuldade (física e/ou psicológica), em qualquer ponto do circuito, sem maiores dificuldades.
2- O CIRCUITO
Os prestadores de serviço devem observar as seguintes condições do circuito:
• As pontes, rampas ou escadas de acesso (qualquer parte utilizável), devem estar em boas condições e devem ser revisadas periodicamente pelos supervisores do circuito;
• Caso o circuito apresente problemas ou necessite de manutenção, deve ser fechado imediatamente e tomadas as medidas necessárias. Caso haja usuários no percurso, este deve ser evacuado seguindo os procedimentos adequados;
• O circuito deve ter pontos adequados e preparados para evacuação, utilizando métodos adequados (rapel, escadas etc.).
3- EQUIPAMENTO
Deverão ser fornecidos obrigatoriamente os seguintes equipamentos:
• Capacete;
• Cadeirinha completa;
• Sistema de segurança anti-quedas;
• Todo o equipamentos de proteção individual deve estar em bom estado e limpo. Uma verificação sistemática e regular deve ser feita em todo o equipamento, inclusive dos monitores do circuito.
4- SUPERVISÃO E OPERAÇÃO DO CIRCUITO
• Os usuários deverão sempre estar amparados por um monitor especializado, maior de 16 anos e comprovadamente conhecedor da atividade, que deve estar posicionado na parte superior do circuito (no nível das pontes) e outro para ajudar o praticante a acessar o circuito. O circuito nunca deve ser operado por um único monitor;
• Um supervisor ou coordenador do circuito, maior de 18 anos, deve sempre estar presente na operação do circuito;
• O monitor deve ser competente para identificar as limitações do praticante e limitar sua participação quando necessário, expondo claramente os motivos para o mesmo, respeitando sua privacidade perante os demais;
• Todos os usuários devem ser considerados iniciantes e inexperientes, até se provar o contrário;
• O coordenador / monitor deve ter conhecimento detalhado do circuito, de sua montagem, pontos críticos (pontes mais difíceis), suas saídas de emergência e de todo material utilizado na montagem e operação. Preferencialmente, algum monitor que participou da montagem (ou participa da manutenção) do circuito deve estar presente nas operações; • A quantidade de pessoas que serão acompanhadas pela equipe de operação depende do tamanho do circuito, tipos e dificuldades das pontes e do sistema de segurança, devendo ser previsto um máximo de 10 clientes por monitor simultaneamente;
• Alguém da equipe de operação deve preferencialmente ter conhecimentos de atendimento emergencial e primeiros socorros;
• O prestador de serviço deve ter um plano para atendimentos de emergência (preparado previamente), constando deste procedimento de primeiros socorros, métodos de retirada e transporte da vítima e local de destino (caso o local não possua um centro médico adequado);
• Todos os monitores, coordenadores e supervisores (integrantes da equipe de operação) devem estar familiarizados com os procedimentos de operação, atendimento, emergência e identificação de problemas e riscos no circuito. Preferencialmente devem ter treinamento específico do circuito.
FONTE
Lance d'agua – atividades ao ar livre
www.lancedagua.com.br
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