|
Home : Férias seguras : Códigos de conduta : Caminhada

Códigos de conduta
 |
Caminhada |
|
1- ORIENTAÇÕES AO CONDUTOR
Tenha sempre em mente a direção a ser seguida, a direção em que se deve ir. A crista de uma serra ou o seu divisor de águas tende a ser o local com menos obstáculos e que permite uma maior visibilidade da trilha. Acompanhar o contorno das serras pode exigir algum esforço, mas ganha tempo e oferece visuais que não poderiam ser apreciados de outro lugar.
Ao caminhar em matas fechadas é importante ter algum tipo de referencial. Por ser um ambiente que não favorece a visualização da trilha, torna-se muitas vezes desconfortável e tende a diminuir o ritmo de caminhada do grupo. Ao programar alguma atividade que passe neste tipo de lugar, e que principalmente seja pouco visitado, previna-se quanto a horário e a uma possível abertura de trilha.
Ao se defrontar com um curso d'água é importante que você veja a viabilidade de sua transposição. Não se deve tentar cruzar um curso d'água com correnteza, onde a profundidade ultrapasse a linha de seus joelhos. Apesar de ser possível, coloca em risco a integridade das pessoas, principalmente se for um curso d'água com leito forrado por pedras. Tenha bastante cuidado, se possível utilize cordas para auxiliar na transposição. Fique sempre atento ao regime de chuvas, pois uma tromba d'água pode causar sérios acidentes.
Serão considerados “Condutores de Caminhadas” os profissionais que possuírem o devido licenciamento específico para essas modalidades emitido pela AGETUR depois de avaliação prévia, sendo ele responsável por:
• Organizar e fiscalizar a logística de toda a operação;
• Limitar a participação a, no máximo, 10 (dez) praticantes para cada condutor;
• Verificar se estão corretos e as condições de manutenção de todos os equipamentos individuais e coletivos necessários para a operação;
• Conduzir o grupo de praticantes dentro das normas corretas de mínimo impacto;
• Ter conhecimento e prestar os primeiros socorros a qualquer praticante que se acidente;
• Estabelecer planos prévios de emergência para eventuais resgates e escapes necessários em caso de acidentes;
• Redigir minucioso relatório dos acidentes ou incidentes que porventura ocorram.
2- ORIENTAÇÕES AO USUÁRIO
O usuário deve ser informado sobre a atividade completa antes do início do percurso.
As paradas devem ser vistas como uma necessidade. Logicamente, isso dependerá de muitos fatores e deverá se adequar ao desempenho do grupo e à dificuldade da trilha. Procure estabelecer paradas em pontos estratégicos, onde as pessoas poderão ter certo conforto e poderão com segurança remover alguma pedra dos sapatos ou abrir sua mochila, poderão conseguir água e encontrar uma bonita paisagem para suas fotos. Informe que serão evitadas paradas para fotos, pois essa atitude atrapalha o ritmo de caminhada do grupo e atrasa a viagem.
Não permita que os praticantes caminhem fora das trilhas. Procure acompanhar as curvas de nível do terreno ou ande pela crista. Andar por encostas ou tentar subir grandes paredões em linha reta não é uma prática muito indicada: você perderá tempo e colocará seu grupo em risco.
Em particular, deve-se informar ao grupo sobre condutas conscientes com a sustentabilidade do meio ambiente.
FONTE
Travessia Ecoturismo
www.travessia.tur.br
Pega Leve
www.pegaleve.org.br
|
|