Códigos de conduta

 

Gerenciamento de Risco

1. INTRODUÇÃO

Praticamente todas as atividades de Turismo envolvem risco. Em muitos casos, é exatamente a existência desse risco que atrai clientes para a prática dessas atividades. Porém, como previsto no Código de Defesa do Consumidor, é obrigação de qualquer fornecedor de serviços zelar pela segurança, saúde e bem estar de seus clientes. Além disso, a ocorrência de um acidente pode trazer custos para a empresa prestadora de serviços representada por perda financeira devido a litígio e/ ou abalo à sua imagem junto ao mercado.
Portanto, é necessário que as empresas desenvolvam e implementem ações para gerenciar riscos. Isso deve ser realizado através de um Planejamento de Gerenciamento de Riscos (PGR). Tal planejamento deve envolver todas as áreas do negócio: material publicitário e informativo, contratação e treinamento de funcionários, planejamento operacional de atividades, procedimentos de emergência, documentação e acompanhamento jurídico etc.

2. DEFINIÇÃO

O Gerenciamento de Riscos pode ser definido como:
Coletânea de diretrizes que prevejam uma abordagem sistemática para prevenção ou redução de perdas. Envolve a identificação e análise de riscos e perigos, desenvolvendo e implementando medidas preventivas para eliminar ou controlar tais riscos.

3. PLANEJAMENTO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

Provavelmente, a razão mais evidente e convincente para se desenvolver e implementar um Planejamento de Gerenciamento de Riscos (PGR) seja a prevenção de perdas materiais ou físicas. Será um erro, porém analisar sua necessidade apenas por esse ponto de vista. O desenvolvimento do PGR trará um benefício ainda mais importante aos serviços oferecidos: sustentabilidade e qualidade! É isso mesmo: ao zelar e qualidade! É isso mesmo: ao zelar pela segurança do negócio, a empresa estará investindo diretamente na manutenção e qualidade de seus serviços, além de estar criando um diferencial competitivo no mercado.
Vamos ver algumas outras razões para seu desenvolvimento e implantação:

• Respeito à Vida;
• Responsabilidade Social;
• Ética Profissional;
• Ética Profissional; • Porque é a ‘coisa certa'; • Prevenir é mais barato que remediar;
• Criação da ‘cultura de segurança' na empresa;
• Ferramenta de Marketing e Publicidade;
• Fornecimento de garantias de Qualidade a seguradoras e outros serviços terceirizados.

4. IMPLANTAÇÃO

O processo de Gerenciamento de Riscos é constituído principalmente por quatro ações básicas que são inter-relacionadas e que devem ser abordadas de forma sistemática.
São elas:
• Identificação do risco;
• Análise;
• Controle;
• Monitoramento.

Esse processo deve ser aplicado levando- se em consideração quatro fatores:
• Ambiente/ Localização;
• Tipo de Atividade;
• Nível Técnico exigido;
• Perfil dos Participantes.

Os riscos identificados poderão ser:
• Eliminados;
• Reduzidos;
• Absorvidos.

5. CONCLUSÃO

Desenvolver o Planejamento de Gerenciamento de Riscos na empresa é sinônimo de uma administração profissional e ética, compatível com modelos internacionais.

FONTE

Adventure Factory
www.adventurefactory.com.br
Av. Lavandisca, 168
São Paulo/SP 04515-010
Tel.: (11) 5051 4160
Política de
privacidade
 

A reprodução e a utilização total ou parcial de textos e dados deste site são permitidas, desde que citada a fonte, a autoria e inserido o link www.feriasvivas.org.br