LIVRO DIGITAL CASOS REAIS DE ACIDENTES NO TURISMO

Lançado recentemente em sua versão digital, o Livro Casos Reais incentiva o leitor à reflexão sobre a segurança no turismo. Consiste em três capítulos teóricos e 20 casos reais para estudo sobre suas causas e medidas de prevenção. Sua divulgação tem sido um grande sucesso e é a única publicação a tratar do tema no Brasil. O livro é usado como material didático em importantes faculdades do país.

BAIXE SUA CÓPIA GRÁTIS

Aproveite para dar uma espiada nos conteúdos:

Um grupo formado por senhoras de terceira idade ficou ilhado em um passeio de trilha, em um caso recheado de exemplos de negligência da agência de viagem e de amadorismo dos guias.

Elas compraram o pacote para fazer uma trilha em Paranapiacaba considerada “leve a moderada”, mas se deparam com uma trilha com dificuldade acima do que esperavam, escorregadia por conta da forte neblina e agravada pela chuva intermitente do dia anterior.

Em um trecho da trilha, o grupo se deparou com o Rio Quilombo cheio e bravo, e sem condições para atravessá-lo. Foi neste momento que um dos guias chamou o socorro da Polícia Civil.

Quer saber como continua essa história? Peça um exemplar do nosso Ebook Casos Reais.

Já adiantamos que, após o fim do resgate, a agência nem entrou em contato para saber se alguém se machucou! Apenas enviaram um e-mail alegando que tomaram todas as providências e ainda ofereceram um novo passeio… É um absurdo de fato!

Ana Rosa Lapa foi com amigos à Praia de São Conrado para saltar de asa delta. Não houve dificuldade para contratar o passeio. Procuraram no local um instrutor experiente, habilitado e indicado pela Associação Brasileira de Voo Livre. Lá, assinou um termo de compromisso na própria sede da Associação.

Já na rampa de decolagem, eles receberam um treinamento básico do instrutor de como correr e saltar. Saltaram. Quando estavam a cerca de 100 metros do solo, caíram no mar e foram resgatados por bombeiros. Ana ainda foi socorrida com vida, mas faleceu a caminho do hospital. O piloto, de 34 anos, morreu na hora.

Uma comissão apontou para a possibilidade de várias causas: falha de fabricação do equipamento, imperícia no manuseio e falta de manutenção.

A família da Ana ingressou com ação indenizatória e o caso é referência no estudo da proibição de passeios turísticos de voo duplo. A atividade de asa delta é considerada até hoje pela ANAC como uma modalidade de esporte radical e de alto risco, por ser realizada em aeronaves experimentais e sem fiscalização.

Felipe foi com amigos em um evento promovido pelo Jockey Clube de Uberaba-MG. Tratava-se de um mega evento, com tendas próximas a piscina, com uma estrutura de buffet e música ao vivo.

Durante a festa, Felipe e sua amiga Thaísa entraram na piscina e ficaram imediatamente imóveis. Neste instante, os convidados perceberam que a água estava sob uma forte descarga elétrica.

Várias pessoas, que tentavam resgatar os jovens, recuaram em função dos choques.

A união de energia elétrica (dos equipamentos de frigobar) e de água (tanto da piscina quanto da chuva que caía no momento) foi desastrosa e fatal. As estruturas das tendas deveriam ter tido um planejamento mais criterioso.

O engenheiro elétrico e os responsáveis pelo evento ignoraram regras elementares de instalação elétrica. E foram indiciados a responder na justiça por isso.

Conheça os detalhes dessa ação no Ebook Casos Reais.